Crianças com necessidades especiais: superando as expectativas

crianca-especialMaria Aparecida sempre achou que ia ser mãe. E sua primeira gravidez veio cercada de expectativas para a familia inteira, afinal de contas essa também era a primeira criança no lado do seu marido, o primeiro neto para as duas famílias.\r\n\r\nMas perto do primeiro ano de vida, começaram a achar estranho que Stefano, hoje com 15 anos, não respondia aos ruídos, nem fazia festa quando os pais chegavam em casa. Foi aí que levaram a criança ao médico e descobriram que ele é deficiente auditivo.\r\n\r\nDepois da surpresa e do baque da descoberta, Maria Aparecida conta que olhou muito mais para as possibilidades do que para as limitações do filho. Envolveu a familia inteira no aprendizado da linguagem de sinais. Estudou, pesquisou, consultou médicos diferentes: sentiu a necessidade de correr atrás das informações, pois existem diversos tipos de tratamento, mas pouca informação disponível sobre eles.\r\n\r\nMaria Aparecida, que continuou com o desejo de constituir uma família e hoje tem também a filha Sofia, concorda que o grande desafio para as mães de crianças com necessidades especiais é dar condições para que superem seus limites, investir em suas capacidades de serem independentes, acreditar que podem ser donos do próprio nariz e crescer em relativa igualdade com as outras crianças.\r\n\r\nPara muitas mães, criar uma criança com necessidades especiais significa redefinir as expectativas da maternidade. Logo as mães aprendem que o caráter e a personalidade são muito mais importantes que as características físicas. Os filhos são diferentes, mas a alegria de vê-los crescendo, em desenvolvimento, brincando e se preparando para o mundo são iguais em qualquer mãe, e em qualquer filho.\r\n\r\nVocê tem alguma experiência sobre crianças com necessidades especiais? Conte para a gente.\r\n\r\nAlguns links úteis:\r\nwww.apaebrasil.org.br/\r\nhttp://www.fundacaodorina.org.br\r\nhttp://comunidadeaacd.ning.com/

Comentários

  1. Este menino com a cara de sapeca, ficou maravilhoso.

    Inserido domingo, 1 de agosto de 2010 por Teresinha
  2. Sou mãe de uma linda menina de 07 anos, minha Belle, portadora de paralesia cerebral, pelo que eu chamo de desamparo na hora do parto, a maternidade não tinha anestesista de plantão. A vida me ensinou que família vai muito além do que uma simples gota de sangue. Os amigos leais e verdadeiros estiveram sempre ao meu lado e tornaram-se minha família. “Valorizemos o amigo que nos socorre, que se interessa por nós, que nos escreve, que nos telefona para saber como estamos indo… A amizadade é uma dádiva de Deus”(Chico Xavier). Belle, minha bonequinha de pano, a mamãe TE AMA. Geanne

    Inserido segunda-feira, 12 de julho de 2010 por Belle
  3. Existe um desconhecimento muito grande em torno do tratamento das crianças especiais e do relacionamento entre os familiares. A especialidade neuropediatra praticamente não encontramos em alguns municípios da rede pulblica. A hiperatividade é totalmente desconhecida pela pessoas de baixa renda e o tratamento de dificil acesso.É triste vê as mães procurarem atendimento especializado e não encontrar.A reportagem foi muito boa.

    Inserido quarta-feira, 21 de abril de 2010 por Ana lucia de Jesus Araujo

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