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Paulo Augusto do Nascimento Poch
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SP
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Na década de 60, quando me mudei para Ribeirão Preto, o que mais nos marcou foi a poeira
vermelha da cidade. Eu tinha oito anos e em frente de casa havia um campinho de futebol.
Minha mãe resistiu em me deixar dar os primeiros chutes, pois via que as crianças saíam
impregnadas de terra. Mas não teve jeito. Acabei fazendo meus primeiros amigos na cidade. E,
claro, participando das peladas. Essas tardes jogando bola me ensinaram, além do esporte, a
importância de fazer amigos, principalmente quando a gente chega a uma cidade nova. Depois
dos jogos eu chegava em casa todo sujo e com as roupas imundas. Mas minha mãe usava OMO,
viu que a sujeira da minha roupa saía e que era importante eu ter a convivência com os meus amigos
e aprender tudo aquilo que um simples jogo de bola nos ensina, como camaradagem e espírito de
competição saudável.
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Agueda Angela Pereira Rodrigues
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SP
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Tenho três filhas "salvadoras" de insetos. Tudo começou quando meu marido, que é biólogo, resolveu pegar um pote descartável com tampa e fez nele vários furinhos. Pronto, o "caça - bichos" foi inventado. Depois disso, era só aparecer um animal em casa que minhas filhas corriam para pegar o pote. Depois, esperavam a chegada do pai. Então, uma comitiva se formava. Todos iam juntos até o riozinho próximo de casa para libertar os bichinhos em seu habitat natural. Lá, libertavam não só os insetos, mas também sua energia, pois escorregavam no mato e brincavam na terra e na lama. A volta para casa sempre foi triunfal: todos muito sujos, com as roupas imundas. Confesso que tenho mania de limpeza e isso me deixava meio desesperada. Mas minhas filhas cresceram conhecendo diferentes espécies de seres vivos, respeitando nosso meio ambiente e curtindo a convivência familiar, onde o "se sujar" foi permitido, resultando em aprendizado. Claro, depois da bagunça, sempre tive OMO para me ajudar.
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Margareth Ozeika Poletto
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MT
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Meu filho de sete anos nunca tinha visto a ordenha de uma vaca de leite. Em dezembro do ano passado, fizemos uma viagem ao Sul em uma região onde há muita criação de gado leiteiro. Meu filho ficou maravilhado e logo quis participar da ordenha. Como leite se tira muito cedo, eu ainda estava dormindo quando a odisséia começou! E lá foi o Léo ajudar na ordenha. Quando ele acordou ainda estava escuro e ele pegou a primeira blusa que achou. A blusa era minha, comprada especificamente para esta viagem, novinha! Depois da labuta no estábulo, o inevitável aconteceu: minha blusa azul apareceu toda manchada com a sujeira do estábulo. Fiquei passada quando vi minha blusa nova! Mas foi interessante ver meu filho tão alegre dentro daquela blusa que vinha até seus joelhos, toda suja, ele se divertindo tanto com a situação! Pensei que nunca mais tiraria aquelas manchas, mas percebi o quanto aquele dia tinha sido importante para ele. Aprender a ter contato assim com os animais é muito importante para uma criança. Deixei o resto por conta de OMO. E após deixar de molho e esfregar, minha blusa ficou limpinha e mais uma vez a sujeira serviu para o aprendizado do meu filho.
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Aida Moreira
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MG
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Fui criada em uma vila chamada Alto Caparaó, em Minas Gerais. Na época, a vila não tinha nem energia elétrica nem água encanada. Isso não impediu que eu e meus irmãos tivéssemos uma infância incrível. Minha mãe lavava roupas e, três vezes por semana, nos levava com ela para o rio onde fazia seu trabalho. Lá, ela nos dava liberdade para nos sujar e assim crescer, pois aprendemos a nadar e a ter contato com a natureza. Tudo isso sem a preocupação de sujar nossas roupas, pois minha mãe contava com uma ajuda especial na limpeza, a ajuda de OMO.
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Ana Paula de Queiroz Vasques
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MS
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Eu sempre proibi meu filho de dois anos e meio de brincar com a terra para que sua roupa não ficasse suja. Mas um certo dia o peguei fazendo comidinha com barro e dividindo entre seus primos. Ele colocava terra em uns potinhos de iogurte vazio, misturava com água e dizia que um potinho era para ele, outro para seu primo Douglas e o último para o seu primo Matheus. Percebi naquele momento o quanto era importante para meu filho que eu deixasse ele se sujar. Ele estava naquele momento aprendendo o espírito da divisão e da solidariedade. Eu, como mãe, não barrei mais suas brincaderas. Muito pelo contrário. Tenho mais é que incentivar que ele se suje e ao mesmo tempo aprenda. Claro, na hora de lavar as roupas do meu filhote, conto com OMO.
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Rubia Marques
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DF
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O dicionário diz que sujar significa emporcalhar. Mas eu não concordo! Na minha vida, sujar é sinônimo de brincar e aprender através de experiências gostosas, como ajudar a mamãe a fazer bolo de aniversário para o papai, fazer castelo de areia e virar a nova pintora Tarsila do Amaral praticando pintura. Deixo meus filhos fazerem todas essas coisas a vontade e ainda me sujo junto com eles, pois sei que eles estão aprendendo coisas novas com essas experiências. Esse verbo transitivo sujar é o elo de todo meu aprendizado. É o movimento dos anos passados: caindo e levantando, sujando e limpando. Quando me sujo com meus filhos, lembro da minha infância e de minha mãe estendendo as roupas no varal lavadas com OMO. Assim como eu, ela sabia que era importante se sujar para aprender.
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Juliana Silva
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DF
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Minha filha é uma grande artista. Ela adora pintar, desenhar e colorir. Para exercitar suas habilidades, prefere sentar no chão. Eu dou o maior apoio, pois percebo que, apesar de suas roupas ficarem sujas todos os dias, seu traçado também melhora com o tempo. Eu incentivo minha filha a brincar com liberdade e criatividade, pois sei que assim posso estar incentivando o futuro de uma grande artista, ou, no mínimo, de uma adulta consciente e concentrada na vida. Minha mãe fazia o mesmo comigo. Ela sempre incentivou todas as brincadeiras criativas que eu e meu irmão adorávamos inventar. Ela e eu sempre soubemos que teríamos o OMO para facilitar a nossa vida e que devemos curtir o desenvolvimento dos nossos filhos, pois são momentos únicos.
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Natalie Machado
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GO
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Para a criança se desenvolver, ela precisa se sujar. Até quando ela começa a aprender a comer sozinha temos que permitir que ela se suje, senão ela não aprenderá nunca. Meu filho adora brincar com pintura a dedo. Isso já me deixava bem desesperada, pois toda a roupa dele fica completamente suja. Até que um dia percebi que ele queria aprender a desenhar o ABC pintando com os dedos. Como eu poderia podar o aprendizado dele só por causa de algumas roupas sujas? Por que me preocupar com uma coisa simples como roupas quando sei que meu filho está aprendendo? Ainda mais porque sei que depois que ele brinca e aprende tenho OMO para me ajudar a limpar todas as manchas roupas...
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Fernanda Pivatto de Souza
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MT
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Sempre gostei de participar do desenvolvimento dos meus irmãos mais novos, um de 3 e outro de 12 anos. Há algum tempo, eles me ajudaram a refazer o jardim da minha casa. Foi muito divertido vê-los sujinhos de terra, pois, apesar de toda sujeira, consegui ensiná-los a importância do contato com a natureza. Momentos como esse aconteceram muitas vezes, e OMO sempre esteve do nosso lado para cuidar de tanta roupa suja!
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Ellen Cristina da Silva Moraes
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AM
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Sou professora de educação infantil em uma comunidade distante da minha casa. Um dia levei meu filho Gabriel, de quatro anos, comigo. Tinha marcado recreação em um campinho atrás da escola. O local era lindo, cheio de árvores, com o majestoso Rio Amazonas ao fundo. Notei que havia muita sujeira e dei uma aula dizendo que não era para jogar lixo no rio, senão aquilo ia acabar. Pedi ao meu filho que não se sujasse muito. Mas depois relaxei, pois ele estava aprendendo a respeitar a natureza. Foi uma manhã linda, cheia de surpresas, descobertas e aprendizado. À noite, antes de deitar, Gabriel ajoelhou e começou a orar: papai do céu cuida da mamãe e do rio, pois quero brincar nele. Amanhã ela vai lavar a minha roupa com Omo. Amém.
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Meire Branco
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RO
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Uma tarde estava chovendo muito. Eu, meu filho de um ano e seis meses e meu marido estávamos dentro de asa, entediados. Mas a porta estava aberta e foi só eu descuidar um pouco para o pequeno sair de casa e correr para o barro. Ele brincava e sorria com os olhos brilhando de felicidade. Sua roupinha toda branca estava suja de marrom. Meu marido, vendo que eu estava desesperada com a sujeira, me alertou. Ele disse que era maravilhoso ver nosso filho descobrindo as belezas que a natureza nos proporciona. Depois dessa tarde percebi que se sujar significa liberdade e aprendizado. E que sujeira é uma coisa muito fácil de resolver. Basta colocar a roupa no OMO que ela fica branca como antes.
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Lidiane Ribeiro da Luz
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TO
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Cuido dos meus primos desde que eles nasceram e sempre achei que era importante que eles se sujassem para aprender. Por isso, deixo que eles brinquem ao ar livre, usem tintas, subam em árvores façam esculturas de barro e todas essas coisas que podem deixar suas roupas sujas. Por que faço isso? Por desejar que minhas crianças cresçam com coordenação motora, equilíbrio, criatividade e outras coisas que eles não vão aprender se não se sujarem. Eu sei que o simples ato de poder subir em uma árvore, por exemplo, os ensina a ter equilíbrio, liberdade e amor pela natureza. E depois, claro, tenho OMO para me ajudar.
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Luciane Ribeiro
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PA
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Quando criança, eu morava com minha família em um bairro onde podíamos brincar na rua. Além disso, tínhamos um quintal grande e brincávamos muito livremente. Eu sempre gostei de estudar. Então, fizemos uma escolinha no próprio quintal e brincávamos de dar aula todos os dias. O nosso giz era carvão vegetal. A sujeira, como qualquer um pode imaginar, era enorme. Acabávamos nossas brincadeiras com as roupas imundas. Mas minha mãe não nos impedia nem reclamava. Ela sabia que estávamos brincando de aprender e ensinar e que isso era mais importante. Mais tarde, depois que nossas aulas de mentirinha acabavam, ela conseguia deixar tudo limpo. Foi naquela época que aprendi a usar OMO.
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Verônica Daltro
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PE
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Um dia encontrei minha filha borrando o rosto com a minha maquiagem. Na brincadeira, ela vestiu também o meu melhor vestido de festa, que ficou imundo. Achei engraçado, mas fiquei um pouco preocupada com o estado do vestido. Assim mesmo deixei que ela continuasse brincando, pois sabia que ela estava aprendendo a ser criativa com aquela experiência. Na época eu não podia imaginar que com aquelas brincadeiras ela estaria começando a aprender uma profissão. Mas foi o que aconteceu. Hoje, com apenas 17 anos, ela é uma grande maquiadora. E graças a OMO, meu vestido preferido ficou novinho em folha.
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Ivana Liege Cancio Bittencourt
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BA
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Adoro me unir às crianças para participar de brincadeiras educativas usando tinta, cola, barro e farinha de ovo. É bom poder ensinar que podemos criar coisas com objetos que sozinhos parecem inúteis. Com a tinta crio uma borboleta, com a cola transformo um pedaço de papelão em uma casa, com o barro faço uma obra de arte e com a farinha, um bolo. É muito bom curtir os resultados das nossas experiências, de transformar e inventar. Criei meus filhos fazendo-os perceber que podemos colher algo de positivo de cada momento que vivemos, seja ele agradável ou não. E que, por isso, se sujar faz bem e, certamente, é um caminho para o aprendizado. Depois limpamos todo o indesejável e só nos resta a essência, no papel ou na memória. OMO me ajuda muito nessa jornada de criatividade e liberdade com os meus filhos.
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Cristiene Pires de Santana
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BA
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Minha infância foi maravilhosa! Lembro-me de que, ainda menina, minha mãe já usava OMO. E, graças a ela, eu e meus irmãos tivemos uma infância gostosa, em que brincávamos de fazer comida com plantinhas, bonequinhos de barro, viajávamos para o sítio e subíamos em árvores, tomávamos banho de rio e cachoeira. Se sujar era uma brincadeira e explorar todo o potencial criativo era a grande descoberta, nada era impossível nem proibido em nossa imaginação. Hoje sou mãe de dois filhos, sigo o exemplo da minha mãe, dou liberdade para meus filhos se sujarem e crescerem e uso OMO para que eu tenha tempo para acompanhar esse desenvolvimento.
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Maria Paula da Silva
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PB
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Na minha infância, brincava muito ao ar livre. Eu e minha irmã descíamos rolando pelo gramado, sentíamos o vento e a chuva, fazíamos esculturas de barro e aprendíamos a dar asas para a nossa imaginação. Nossa mãe um dia nos deu uma bronca, pois chegávamos em casa imundas. Mas nossa avó nos defendeu, dizendo que toda criança precisa brincar para se desenvolver e que a sujeira o OMO resolve. Hoje tenho três filhos e não me esqueço do que nossa avó nos ensinou. E sei que, aos fazerem brincadeiras criativas, meus filhos estão se desenvolvendo e aprendendo, assim como aconteceu comigo.
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Ana Maria Pinheiro
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RJ
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Juliana, minha neta, passa as férias comigo numa casa ao pé da reserva florestal da Serra da Tiririca. Da última vez, ela tinha aprendido na escola sobre a destruição do meio ambiente e queria encontrar uma forma de ajudar a salvar o planeta. Recrutou um pequeno exército e se dispôs a catar o lixo acumulado na reserva para garantir a sobrevivência das plantas e dos animais. No primeiro dia da missão, levei um susto: Juliana chegou com a roupa toda suja. Resolvi cancelar a expedição. Mas ela contestou dizendo que precisava ajudar a salvar a floresta. Voltei atrás, pois percebi o quanto era importante ela aprender desde criança a cuidar do meio ambiente. Suas roupas continuaram se sujando, mas usei OMO e ela passou todas as férias aprendendo e praticando ecologia.
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Sibele Alves Smeliere
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SP
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Sou mãe de três filhos lindos: uma adolescente, uma em fase escolar primária e um bebê de 2 anos. Todos necessitam de mim, cada um em sua fase de vida. No momento, o que mais faz sujeira é o bebê. Ele está aprendendo a comer sozinho e, enquanto isso, faz muita bagunça. Ele derruba a comida na toalha e também em suas roupas. Curto cada momento e deixo que ele aprenda. Sei que esse será seu primeiro progresso dentro de outras fases que ainda virão. Confesso que sou uma mãe muito preocupada. Gosto de vê-los felizes, extrovertidos e satisfeitos. Mas com OMO sei que posso deixar que eles façam suas atividades e cresçam com elas, sem aquela preocupação se vão manchar suas roupas. Sei que depois de colocá-las na máquina com um pouco de sabão em pó OMO elas sairão limpas, prontas para serem usadas novamente em novas experiências.
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Maria Cristina Massariol Assato Pinto
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SP
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Há algum tempo aconteceu uma ação comunitária em nosso bairro para reflorestar os terrenos ao redor de nossas casas. Minhas filhas, Bia e Carol, estavam animadas para participar do evento. Mas no dia anterior caiu uma tempestade daquelas. Toda a terra que havia sido revolvida para o plantio transformou-se num lamaçal. Mas resolvi mesmo assim que não devia privar minhas filhas daquele aprendizado. Elas plantaram suas árvores e cada qual foi identificada com o nome delas. E lá estavam as duas, imundas dos pés a cabeça, e eu, orgulhosíssima! Na memória de minhas filhas aquele dia nunca será esquecido. E a prova viva são as árvores que daqui a um tempo darão flores, frutos, sombra e encherão nosso bairro de pássaros e ar puro. Limpar suas roupas não foi difícil, pois eu tinha OMO para me ajudar.
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Sergio Ferreira da Silva
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SP
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No início dos anos 70, meu avô, que tinha olhos azuis, me acompanhava no trajeto para a escola. Um dia choveu muito e no caminho de volta ele quis desviar da lama que se formou. Porém, tínhamos que passar por uma várzea, que era escorregadia e cercada de água e lama. Fiquei paralisado de medo. Ele tomou minha mochila e disse: "Olhe para frente, não olhe para a água e nem pare de andar! Se tiver medo, você cai!" Bem que eu tentei, mas caí. Olhei meu uniforme, que ficou marrom, e comecei a chorar. Então meu avô segurou minha mão e disse "se você cair, é só levantar". Tentei de novo e não caí. Naquele dia aprendi a enfrentar meus medos, olhando a vida de frente.
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Karen Michelini Gil Garcia
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PR
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Quando eu era pequena, morávamos em uma casa com um quintal bem grande. Esse lugar era palco das brincadeiras entre eu e meus irmãos. Fazíamos bolinho de terra, pinturas e encenávamos peças de teatro. O aprendizado era constante. Aprendemos a saber perder ou ganhar, a cuidar dos animais e amá-los e desenvolvemos nossos dons artísticos. Hoje faço bolos de chocolate, e não de barro. Depois das nossas brincadeiras, ficávamos tão sujos que nossa mãe nos chamava de "tatus". Mas ela usava OMO. E por isso sempre tínhamos roupa cheirosa e limpinha para usarmos. Claro, sujávamos tudo de novo. Mas valia a pena. Não consigo nem contar quantas coisas aprendemos nos sujando. Sinto muitas saudades daqueles tempos!
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Fernanda Dornelles
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SC
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Desde pequenos minha mãe ensinou a mim e meus irmãos que nas leis da família o principal decreto é a felicidade. Sempre fomos livres para brincar e criar. Deixávamos a imaginação solta e muita bagunça era feita com cores, tintas, sons, conhecimentos e experiências. Nossas divertidas sujeiras nos levaram para caminhos diferentes, porém todos de sucesso. Hoje crescemos. E nossa família é formada por um Engenheiro Químico, uma Psicóloga, uma Publicitária e um Administrador. Todos temos a certeza de que chegamos aqui graças ao que aprendemos, principalmente quando éramos crianças. Nos sujar só nos fez crescer. E minha mãe sempre nos incentivou, pois sabia que com OMO não teria dificuldades em cuidar de nossas roupas após as aventuras.
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Carolina Pashe Hass
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RS
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Meu pai aprendeu com seus avós a pintar Ovos de Páscoa. Essa tradição foi passada para mim e todos os anos fazíamos essa arte em família. Este ano tive a alegria de poder praticá-la com meu filho. Através da pintura de ovos aprendemos sobre simbologia e o significado da Páscoa, além de desenvolvermos nosso talento para a pintura. Pintamos as casquinhas e escondemos os ovos no quintal. Nos divertimos muito e aprendemos brincando sem nos preocupar com a sujeira resultante. Sabemos que temos OMO para nos ajudar a cultivar esse antigo costume, sem medo de nos sujar. Espero que a tradição da minha família continue sendo passada de geração para geração.
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Mariane Silva
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PR
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Certa noite estava amamentando meu filho mais novo de 6 meses no sofá. De repente meu filho mais velho, de 1 ano e meio, apareceu no corredor mostrando as duas palmas das mãozinhas pretas e falou: "mamãe, já carimbei tudo!" Abri um sorriso e chamei meu marido para salvar o resto da casa, pois as paredes do quarto dele, a porta e o pijama, que eram brancos, já estavam cheios de palmas de mão preta de tinta de carimbo. Meu marido ameaçou dar uma bronca no João e eu, calmamente falei: Não podemos reprimir a criatividade das crianças, tire uma foto e lave as maõzinhas dele." Começamos a dar risada e, com certeza, nunca vou esquecer aquele rostinho me mostrando as mãozinha. Ele sujou suas roupas e a casa inteira, mas com certeza estava aprendendo a ser criativo e livre com a sua "arte".
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Ana Maria de Souza Pereira
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SP
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Uma vez levei meu filho para passar o dia na casa do avô dele, que mora na roça. Ele logo quis ajudar meu pai a cuidar da horta. Por um momento, eu até resisti por causa da sujeira, mas resolvi deixar e ele ficou todo feliz por aprender a cuidar das plantas. Meu menino aprendeu muito com o meu pai naquele dia: a plantar, regar e ter todo o cuidado com aquelas pequenas vidas. Claro que ele voltou para casa todo sujo de terra e de barro, mas, como Omo diz, não há aprendizado sem sujeira.
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Márcio Verdrosi Palermo
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SP
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Tive uma infância maravilhosa no interior de São Paulo. Lembro de várias vezes chegar em casa todo sujo de terra e de barro. Depois de adulto, mudei-me para a cidade grande, me casei, tive filhos e sentia que faltava algo na infância deles. Mudei-me novamente para o interior e ensinei-os a brincar e aprender como toda criança deveria, sem medo de se sujar, sem medo de levar bronca quando voltassem para casa todos sujos. Juntos fizemos pinturas, rolamos na grama, aprendemos a mexer na terra, lá eles puderam ter a infância feliz que eu tive. E parte dessa felicidade se deve a OMO, que sempre deu conta do recado, possibilitando que meus filhos pudessem aprender e se desenvolver sem se preocupar com mais nada, somente em ser crianças.
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Cristiene Pires de Santana
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Minha infância foi maravilhosa! Lembro-me de que, ainda menina, minha mãe já usava OMO. E, graças a ela, eu e meus irmãos tivemos uma infância gostosa, em que brincávamos de fazer comida com plantinhas, bonequinhos de barro, viajávamos para o sítio e subíamos em árvores, tomávamos banho de rio e cachoeira. Se sujar era uma brincadeira e explorar todo o potencial criativo era a grande descoberta, nada era impossível nem proibido em nossa imaginação. Hoje sou mãe de dois filhos, sigo o exemplo da minha mãe, dou liberdade para meus filhos se sujarem e crescerem e uso OMO para que eu tenha tempo para acompanhar esse desenvolvimento.
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Fernanda Pivatto de Souza
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Sempre gostei de participar do desenvolvimento dos meus irmãos mais novos, um de 3 e outro de 12 anos. Há algum tempo, eles me ajudaram a refazer o jardim da minha casa. Foi muito divertido vê-los sujinhos de terra, pois, apesar de toda sujeira, consegui ensiná-los a importância do contato com a natureza. Momentos como esse aconteceram muitas vezes, e OMO sempre esteve do nosso lado para cuidar de tanta roupa suja!
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Aida Moreira
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Fui criada em uma vila chamada Alto Caparaó, em Minas Gerais. Na época, a vila não tinha nem energia elétrica nem água encanada. Isso não impediu que eu e meus irmãos tivéssemos uma infância incrível. Minha mãe lavava roupas e, três vezes por semana, nos levava com ela para o rio onde fazia seu trabalho. Lá, ela nos dava liberdade para nos sujar e assim crescer, pois aprendemos a nadar e a ter contato com a natureza. Tudo isso sem a preocupação de sujar nossas roupas, pois minha mãe contava com uma ajuda especial na limpeza, a ajuda de OMO.
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Marlene Ferreira Rover
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PR
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Fui criança numa época em que ainda podíamos brincar na rua, todos os dias eu e minhas amiguinhas nos divertíamos muito! Isso só era possível porque minha mãe e meu pai sempre nos incentivaram a brincar sem nos preocuparmos com a sujeira, minha mãe dizia que não devíamos ter medo de nos sujar pois OMO dava conta de limpar nossa roupa! Hoje tenho duas filhas e sigo o exemplo dos meus pais. Sempre que viajamos para o interior, deixo as crianças brincarem à vontade, para que, assim como eu, elas possam aproveitar bastante a infância. E hoje, seguindo o exemplo da minha mãe, quem conta com OMO para lavar as roupinhas das crianças sou eu!
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